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Vistoria, inspeção, perícia e consultoria: qual você precisa?


Fissuração em paredes, indicando problemas estruturais ou

deficiências do sistema de acabamento durante a fase de execução.

O aparecimento de trincas, rachaduras e infiltrações gera muito desconforto para os usuários, seja no aspecto visual ou na insegurança gerada. Ao investigar a origem dessas manifestações patológicas, não se sabe muitas vezes qual serviço deve ser solicitado: vistoria, inspeção, perícia ou consultoria. Nesse contexto, a engenharia diagnóstica, que procura preservar as características da construção e garantir a segurança dos usuários, é classificada em diferentes níveis de diagnóstico e de aplicação, escopo esse que será explicado e detalhado neste artigo.


As manifestações citadas anteriormente são indícios que surgem para alertar a existência de riscos a que a edificação possa estar submetida. Infiltrações podem expor a estrutura, causando degradação dos materiais, como ilustra a imagem abaixo; fissuras, trincas e rachaduras (classificadas a partir do grau de abertura) podem indicar o comprometimento da estrutura, o que na ausência de reparo pode levar a edificação ao colapso. Além disso, conferem aspecto precário e de instabilidade, fazendo necessária a avaliação de causas e possíveis consequências estruturais, o que pode ser feito por meio de algum desses serviços.



Mas quais as diferenças entre esses serviços?

Ao se trabalhar com engenharia diagnóstica, há diversos tipos de serviços a serem solicitados, que dependem do grau de comprometimento da estrutura, do orçamento do cliente e do porte da edificação analisada:


1. Vistoria: trata-se de uma espécie de “check-list”, com o qual se apontam as desconformidades e as normalidades de uma construção;


2. Inspeção: além do “check-list” é realizada uma investigação das possíveis causas das não conformidades. Esse serviço é muito importante para saber como podem ser solucionados os problemas existentes na construção;


3. Perícia: a partir da vistoria e inspeção, são definidos quais os agentes causadores da situação que gerou a não conformidade. Ela servirá como insumo para um processo judicial, devendo ser feita com muita cautela e demandando assertividade;


4. Consultoria: nela, a partir da perícia, é feito um dossiê de projetos, detalhamentos e orçamento com objetivo de levantar custos e solucionar os problemas encontrados.




O que fazer quando identificar manifestações patológicas?



Quando há algum indicativo patológico, como a presença de fissuras em uma parede da edificação, o primeiro procedimento a ser adotado é observar o nível de complexidade do serviço que essa edificação demanda, para que então seja escolhida a melhor solução para resolvê-lo.


Em se tratando apenas de uma observação rotineira, deve-se fazer uma vistoria da edificação para a fiscalização e controle de todos os seus eventos, com o intuito de encontrar de forma objetiva todas as suas não conformidades. Caso o contexto seja de uma problemática que possa gerar maiores riscos e as causas não sejam suficientemente claras para você, faz-se necessária a realização de uma inspeção.


Havendo não conformidades provocadas por terceiros, a perícia é o serviço ideal a ser solicitado para possibilitar a intervenção, objetivando cessar o agente causador e eleger responsáveis, esse caso se aplica a processos judiciais, por exemplo. Por fim, se já foram descobertas as desconformidades e seus causadores, o próximo passo é solicitar uma consultoria, para solucioná-las e levantar seus respectivos custos.


Independente do tipo de serviço, mais que apontar os causadores, deve-se procurar formas e recursos para resolver o que foi diagnosticado. Com essa simples atitude, pode-se evitar que o aparecimento de patologias estruturais comprometam a funcionalidade do estabelecimento e a segurança de seus usuários.




Manifestação patológica de fácil identificação, gerando prejuízos estéticos ao imóvel e de

saúde aos usuários da edificação devido ao desenvolvimento de mofo.


Qual o impacto da engenharia diagnóstica?

Estatisticamente, a cada 1 real gasto com manutenções preventivas, 5 reais são gastos com soluções corretivas, como mostra o gráfico abaixo. Isso pressupõe que a solicitação de um serviço de prevenção como uma vistoria pode custar, por exemplo R$ 25,00, enquanto a solicitação de um serviço de correção como uma consultoria, após o surgimento de patologias, pode custar para a mesma edificação R$ 125,00, ou seja, cerca de cinco vezes mais. Uma grande diferença para o seu bolso, não é?



O ditado popular “melhor prevenir do que remediar”, nunca foi tão assertivo se tratando de construções, um simples olhar atento pode evitar muitos desgastes futuros, e salvar seu empreendimento.


Notou algum indício de patologia na edificação? Ainda tem dúvidas acerca de qual serviço melhor te atende? Entre em contato conosco para que possamos ajudar!

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